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Informações e Dicas

18
JUL

Quando a quitação do financiamento habitacional é um bom negócio?

Uma parcela fixa mensal de R$ 1.500, relativa a um financiamento imobiliário, pode pesar no orçamento de uma família. A família resolve poupar por um tempo, e acumular o montante final da dívida e resolve quitar o tal financiamento, previsto para ter fim em cinco anos. Ela não terá qualquer desconto pagando antes do previsto, mas o banco não cobrará os juros futuros e a família se livrará da prestação.


Será que a família teve uma boa decisão?


Devo ou não quitar o financiamento?


Esta é uma dúvida que muitas famílias possuem e por isso é preciso levar em consideração alguns pontos importantes. O crédito imobiliário tem taxas mais baixas na comparação com outras linhas de crédito. Assim, se usar sua poupança para liquidar o contrato e posteriormente precisar de crédito, provavelmente pagará juros mais altos do que do financiamento habitacional.


Quitar um imóvel pode reduzir a despesa mensal com a parcela do financiamento. Por outro lado, a opção de não amortizar permite investir esse dinheiro em outros projetos  de vida, ou mesmo investimentos, preservando a liquidez que sempre tem valor.


Segundo o site ZAP Imóveis, “Vale checar o chamado “CET”, o Custo Efetivo Total. Trata-se de um valor que representa a soma dos custos cobrados na contratação do financiamento. Entre esses custos estão a taxa de juros, tributo (IOF), tarifa (TAC) e registros (despesas cartorárias e pagamento de serviços de terceiros no caso de financiamento de veículos). “Se o CET for abaixo de 10%, eu não quitaria o financiamento. Se for maior, daí vale quitar ou abater. Atualmente é possível encontrar aplicações financeiras que vão dar mais de 10% ao ano de rentabilidade,” explica fundador da Academia do Dinheiro, Mauro Calil”.


Ainda segundo Mauro Calil do portal ZAP Imóveis, “um dinheiro poupado pode ser usado de duas formas no financiamento: para reduzir o prazo de pagamento ou diminuir o valor da parcela. “Se o orçamento está apertado, o melhor é reduzir a mensalidade”, sugere. Outra questão que deve ser avaliada é em relação à empregabilidade. “Será que essa pessoa corre o risco de perder o emprego amanhã? Se a empregabilidade for baixa, vale pagar a conta. Se a empregabilidade é alta, eu sugiro manter o financiamento”, completa”.


O financiamento imobiliário é uma modalidade que não possibilita desconto na quitação ou amortização e possui as melhores taxas de juros do mercado comparado à maioria das opções de crédito devido à garantia real.


Amortizar ou não um financiamento imobiliário depende do momento do contrato em si e da avaliação pessoal do benefício de cada opção. Por isso antes de uma tomada de decisão é importante conversar com o gerente do seu banco, fazer as contas e avaliar a melhor condição.


Fonte: Site ZAP Imóveis, adaptado por Jaime Cristofori


Sobre Jaime Cristofori: Graduado em Administração, Especialização em Gestão Estratégica, Gestor imobiliário na Ouse Mais Soluções Imobiliárias - Chapecó - SC,  Corretor de imóveis, CRECI/SC 16.356 F.

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